E-mail: alisson_s4@hotmail.com.
Turma: IA08.
3º conto
“História praiana”
Eglê Malheiros
“História praiana”
Eglê Malheiros
Dona Docelina teve cinco filhos e mais sete que não vingaram. Dos que se criaram, duas moças e três rapazes.
Dico, um dos filhos, é um rapaz trabalhador, porém bobinho. Os outros dois rapazes se formaram no ginásio e pararam de estudar, agora botam e tiram cadeiras de praia para os hóspedes de um hotel e visam um lugar de gari na limpeza pública. As filhas fazem faxina.
O marido de Docelina, o senhor Armando, é um homem violento, machista e com pensamentos ultrapassados. Agora, trabalha como caseiro, mas já tentou plantar algo em seu terreno.
Nos sábados a esposa de Armando frequentava reuniões no Posto de Saúde, com umas doutoras da Cidade. Elas falam de tudo, e principalmente que a mulher não deve ser submissa ao homem. Que as mulheres devem buscar sua independência, tendo seu próprio dinheirinho, cuidando da saúde, se arrumando e valorizando seus artesanatos.
Certa noite, Armando bebia sua cachacinha cotidiana na venda do Tibúrcio, até que começou a gritar e dizer que essas doutoras da Cidade eram bruxas. Elas estavam envenenando as mulheres da região, pois suas esposas estavam diferentes, chegavam até a desafiar o marido.
Segundo Armando, aquilo era o fim mundo. Dizia que as bruxas estavam bagunçando as idéias de suas mulheres.
Dico, um dos filhos, é um rapaz trabalhador, porém bobinho. Os outros dois rapazes se formaram no ginásio e pararam de estudar, agora botam e tiram cadeiras de praia para os hóspedes de um hotel e visam um lugar de gari na limpeza pública. As filhas fazem faxina.
O marido de Docelina, o senhor Armando, é um homem violento, machista e com pensamentos ultrapassados. Agora, trabalha como caseiro, mas já tentou plantar algo em seu terreno.
Nos sábados a esposa de Armando frequentava reuniões no Posto de Saúde, com umas doutoras da Cidade. Elas falam de tudo, e principalmente que a mulher não deve ser submissa ao homem. Que as mulheres devem buscar sua independência, tendo seu próprio dinheirinho, cuidando da saúde, se arrumando e valorizando seus artesanatos.
Certa noite, Armando bebia sua cachacinha cotidiana na venda do Tibúrcio, até que começou a gritar e dizer que essas doutoras da Cidade eram bruxas. Elas estavam envenenando as mulheres da região, pois suas esposas estavam diferentes, chegavam até a desafiar o marido.
Segundo Armando, aquilo era o fim mundo. Dizia que as bruxas estavam bagunçando as idéias de suas mulheres.
Nenhum comentário:
Postar um comentário