Página 7 até 20 de O Trono no Morro
O livro conta a história de Dom Quintino, ele não sabia mais há quanto tempo estava no poder, mas isso não o perturbava, para ele seu reinado não teria mais fim.
O caso de Quintino era uma exceção ninguém profetizou que ele seria governador, quando pequeno perdeu a família, na adolescência trabalhava na capina de roças de milho e feijão, alguns anos mais tarde foi “sequestrado” e obrigado a entrar no bando de Gumercindo Frade. O autor começa a relatar a história de vida de Quintino, mas não do começo, mas já no dia em que conheceu Gumercindo em pessoa, foi em uma manhã muito chuvosa, dias depois de ser apanhado pelo bando, Gumercindo estava distribuindo as armas apreendidas num combate que ocorreu na noite anterior com os bate-paus.
O chefe como era chamado Gumercindo começou a fazer algumas perguntas sobre a antiga rotina de Quintino e mandou Expedito, um homem do bando, ensinar Quintino a atirar, o chefe o presenteou com um revolver niquelado, cabo de madrepérola quebrado em um canto.
Expedito em quanto ensinava Quintino a atirar contava sobre as batalhas, emboscadas que o bando se metia.
Depois de alguns dias de caminhada pela mata o bando encontrou um rancho, o Chefe ordenou que Pifa escolhe-se quatro homens para assaltar o rancho e disse que Quintino iria junto para perder o medo. Eles tinham que pegar a carne, o fumo, o sal e a farinha.
Depois de fazerem o serviço voltaram para o bando e o Chefe comunicou que iriam permanecer na mata por mais uns dias, para descansarem e descansarem os cavalos e depois retornariam para a Zona Povoada.
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O primeiro combate de Quintino aconteceu dois dias depois que saíram da mata, após o almoço quando estavam atravessando um córrego, o bando foi pego de surpresa, quando ouviram os tiros se espalharam e revidaram, Quintino atirou em um inimigo que estava atrás de uma árvore e tinha tentado mata-lo. À noite foram dormir. Quintino teve um pesadelo, o homem em que ele atirou estava com a arma apontada para a cara de Quintino, rindo. Quintino precisava acordar os outros, mas se gritasse morreria e isso ele não queria.
Estava na hora de levantar todos do bando estavam rindo de Quintino. Até que Pifa foi falar com ele, sobre o ocorrido, seguiram viagem chegando ao Cuiabano à tardinha, o dono da casa (Cuiabano) mandou assar leitões e frangos, fazer arroz com pequi, muita farofa e uma pinguinha cheirosa e fortíssima. Após o banquete o Chefe e o dono da casa se fecharam em um cômodo e ficaram horas conversando.
Em um dos dias em que ficaram na fazenda do Cuiabano, Quintino teve uma briga com Cirilo Conde, seu apelido era Teiú, mas ninguém o chamava assim, pois Cirilo ficava enfurecido, tudo partiu de uma brincadeira de Cirilo e terminou com os dois conversando com o chefe.
Durante a noite o Chefe e o Dono da Casa se trancaram em um quarto e Cuiabano convence Gumercindo a assinar uns papéis. No dia seguinte o bando seguiu sua viagem cedo.
No principio da tarde o bando caiu em uma cilada da polícia muitos homens do bando foram atingidas, o bando estava despreocupado, pois não estavam muito longe da fazenda do Cuiabano quando os tiros cessaram alguns sobreviventes do bando fugiram pela mata cada um por si.
No terceiro dia de fuga Cipriano encontrou Quintino dormindo debaixo de uma árvore, depois de um tempo ouviram passos e Cipriano disse para Quintino esperar ali que ele iria atrás do homem, este homem era Cirilo o Teiú quando se reuniram conversaram sobre a emboscada.
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