quinta-feira, 24 de junho de 2010

Jefferson Krebs TA08

Página 37 até 50 de O Trono no Morro


Na Vila de Três Alferes havia um cabo e dois soldados que foram designados para acabar com os combates na cidade.
Um dia chegou um homem vendendo xibius, e consertando e negociando armas de 2ª mão, acabando se instalando na cidade, ele dizia que conhecia armas tão bem, pois servira no exército, com isso ele ganhou o respeito de todos.
O armeiro assumiu a função de comandante, mas sem sair de sua oficina.
Um dia o armeiro foi até o mascate velho ver se ele havia trazido munição, mas o estoque era apenas de espelhos, pentes, sabonetes... O armeiro comprou um pente e um pote de brilhantina, somente para agradar a mulher que o atendia, ela puxou conversa perguntando seu nome, e o armeiro respondeu que era Quintino (o mesmo Quintino do inicio do livro), ela lhe ofereceu um café, sempre com um sorriso malicioso, ele agradeceu e saiu, isso estragou seu dia, ele queria ter dito sim, mas não conseguiu.
Quintino estava louco por Geralda (a vendedora), dois dias depois foi de novo ao mascate, só para vê-la, um soldado achou que ele estava fazendo uma investigação e ficou observando para ver se aprendia algo.
Quintino tentou convencer com o Sr. Felipe (o mascate) a abrir uma lojinha na vila, a idéia não o animou, dizia que em Três Alferes uma loja não iria durar muito. Geralda chegou trazendo café para eles, o Sr. Felipe contou a proposta de Quintino, e Geralda adorou a idéia, pois assim eles sossegavam um pouco.
Duas notes depois, já muito tarde, Geralda foi pedir ajuda para Quintino na oficina, pois seu padrinho Sr. Felipe estava muito mal. Chegando a barraca do mascate, Quintino perguntou para Geralda, o que ele tinha, ela disse que devia ser o coração. Quintino foi chamar um soldado e eles o levaram para a oficina.
Agora a oficina vivia cheia de gente, o Sr. Felipe teve um derrame, não conseguia andar e pediu para Geralda tomar conta da loja.

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