Os guerreiros tabajaras, esperavam o inimigo (os pitiguaras). Não vendo ele, saíram a buscá-lo. Irapuã pendou que o grito de guerra foi feito por Iracema, na tentativa de salvar Martim. Então foi procurá-lo na cabana de Araquém. O irmão de Araquém, Andira, apareceu na cabana, mas pouco ajudou. Então, o pajé, defendendo seu hóspede, tenta afastar Irapuã, para isso, ele vai no meio da cabana e fincou seu cajado ao chão, fazendo isso, provocou o ronco da caverna que os índios acreditavam ser a voz de Tupã, desgostoso da situação. Depois disso Irapuã se afastou. Iracema então correu de encontro a Martim, mas ele desfez dela. Falando novamente que se ele a tivesse ela morreria.
A noite estava silenciosa, e um barulho alarmou a cabana de Araquém. Iracema disse ser o grito de uma gaivota, porém Martim sabia que era de seu amigo Poti, anunciando guerra aos tabajaras. Iracema ficou com medo e disse que protegeria Martim, mas ele não quis a proteção dela, que é mulher. Ela ficou com medo de que Poti matasse seus irmãos da tribo, mas Martim afirmou que não deixaria, fugiria, para evitar o conflito.
Iracema, foi encontrar-se com Poti, no lugar de Martim. E explicou a ele, o que havia acontecido, que Martim estava ameaçado por Irapuã e por isso não podia estar ali. Iracema também disse a Poti, que Martim iria fugir com ele, escondido. Chegando na cabana, Iracema contou a Martim o que Poti falara, seu pai, Araquém, disse a ela que escondesse Martim no "buraco de Tupã" dentro da cabana e tapasse com uma pedra caso os guerreiros de Irapuã viessem matá-lo.
[fim do capítulo XIII]
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