sexta-feira, 4 de junho de 2010

Iracema - Camila Casagrande TA08

O livro inicia com Martim, guerreiro branco (amigo da tribo dos pitiguaras, habitantes do litoral, adversários dos tabajaras), perdido dos companheiros Pitiguaras, é quando ele encontra-se pela primeira vez com iracema, a "virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira". A menina ve o homem se aproximando e por medo, por nao conhece-lo, e também por ele ser muito diferente dos que ela conhecia atirou uma flechada no homem,m que começou a sangrar, Iracema, vendo que Martim nao havia reagido, arrependeu-se e foi ajuda-lo. Mesmo sendo de tribos diferentes, e rivais, eles "quebram a flecha", o que significa que estabelecem a paz e Iracema o leva para sua tribo. Martim foi recebido na cabana de Araquém, pai de Iracema, o qual pensou que Martim fosse um guerreiro. Ele foi, então muito bem recebido. Martim esclarece quem ele realmente era e que vinha da aldeia dos Pitiguaras. Ao cair da noite, Araquém havia deixado seu hóspede sozinho, para que ele fosse servido pelas mais belas índias da tribo. O homem estranhou que entre elas não estivesse Iracema, a qual lhe explicou que não poderia servi-lo porque era quem conhecia o segredo da bebida oferecida ao pajé por Tupã e devia prepará-la.
Naquela noite, os tabajaras faziam uma festa para recepcionar o chefe Irapuã, vindo para comandar a luta contra os inimigos pitiguaras. Martim olhava a festa de longe e aproveitando-se da escuridão, resolveu fugir. Quando entrou na mata Iracema pareceu e perguntou porque ele fugiu. Martim, vendo sua ingratidão, voltou a tribo, pois Iracema falou, que no dia seguinte, Caubi, seu irmão, irira chegar e podia guia-lo pela mata. Na manhã seguinte, os tabajaras estavam todos no centro da Taba Irapuã incita os jovens para a guerra que iriam travar contra dos pitiguaras...

[fim do capítulo V]

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