segunda-feira, 28 de junho de 2010

O homem que calculava (Parte III)

Continuando viagem no dia seguinte, entraram em Bagdá, o xeque salém fora cumprimentado e havia sido questionado pelo poderoso Ibrahim Maluf(pois estava com trajes maltrapilho e com homens desconhecidos). Logo Salém pois se a explicar e fazer grandes elogios ao Beremiz(homem que calculava), pagou o que lhe prometera e o vizir pode ver, na partilha do pagamento o quão Beremiz era astuto em contar e generoso na partilha dos lucros.


Nos oito dias qm que viajaram juntos, Beremiz contou o numero de palavras pronunciadas, indagando que falara pouco mas sabia que um sabio não precisava ser mudo mas tambem não podia ser uma pessoa que fala demais e por subsequente acaba irritando as outras pessoas.


Ao chegarem no Marreco Dourado(por onde procuravam quartos para se alojarem) acabaram em um momento oportuno por tirar o dono da hospedaria em que se alojariam de uma confusão que se metera com um joalheiro, o joalheiro prometeu que iria pagar a sua conta da hospedagem da seguinte forma: 20 dinares se vendesse as joias por 100 dinares e 35 dinares se vendesse por 200 dinares, porem acabou vendendo-as por 140 dinares e o dono da hospedaria não achava correto a forma como o joalheiro havia feito os calculos. Para resolver o impasse , Beremiz fez precisamente e rapidamente os calculos esclarecendo as duvidas pendentes; Dessa forma o joalheiro pagou os joalheiro da forma correta, todas as pessoas presentes no local ficaram fascinadas com as habilidades matematicas de Beremiz.

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