Deixemos de lado a vida da menina que roubava livros e analisemos outro personagem principal da históra: Max Vanderburg. A sua história começa durante a guerra, onde estavam Hans Hubermann, alemão e que mais tarde seria o pai adotivo da menina que roubava livros, e Erik Vanderburg, judeu e pai de Max. Os dois serviram o exército como parceiros e se tornaram grandes amigos; Hans enrolando cigarros e Erik tocando acordeão. Um dia, quando iam a um encontro definitivo contra as forças inimigas, Erik conseguiu manter Hans no quartel, para evitar o combate. Somente Hans e o acordeão sobreviveram. Quando ele voltou à cidade, levou o acordeão à esposa de Erik, mas ela o recusou. Naquele momento, Hans prometeu à desolada mulher que faria qualquer coisa para ajudá-los. Anos mais tarde, ele queria jamais ter feito essa promessa.
O filho de Erik, Max, agora se encontrava em Stuttgart, escondido das forças nazistas. Isso era uma humilhação, pois passara a vida inteira dele lutando para evitar esse trágico destino. Com a ajuda de um amigo, conseguira se esconder das patrulhas e agora preparava um plano para chegar à casa de Hans Hubermann. Hans, inspirado com Liesel, comprar o Mein Kampf e o usaria como ferramenta para passar documentos e a chave da casa para Max, sem que ninguém desconfiasse que aquilo não passava de um simples livro.
Agora, Max estava na casa dos Hubermann e esperava encontrar um lugar para conseguir se esconder. Contra todas as possibilidades, Rosa fora amável com ele e lhe preparara uma de suas famosas sopas de ervilha. Enquanto isso, Liesel prometera ao pai que nunca contaria a ninguém a estadia do judeu em sua casa; isso representaria o fim da vida na Rua Himmel, nº 13. O judeu ficaria por uns tempos no quarto de Liesel e esta o receberia com extrema desconfiança, mas com o tempo acabaria aceitando-o como um de seus melhores amigos.
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