Menininha adoece e lula acaba ficando para cuidar dela na ala hospitalar do convento. Menininha diz para ela que não ligaria se o pai dela morresse, já que não é seu pai mesmo. Diz que nunca pode fazer nada na vida e que o Ataliba tinha levado ela para bordo do barco Blumenau e beijado ela toda, então conta que já teve outros namorados e namoradas. Lula fica muito irritada com tudo isso, ameaçando contar para sua tia se ela se encontrasse com Ataliba de novo. A menininha diz que mesmo depois desses tantos namorados não esquece Zoraide, a mulher com quem namorou. Passados alguns dias Lula conta que continua a dar aulas para os filhos de Frau Schmidt, que diz ser brasileira de coração. Ela relembra o primeiro encontro das duas.
Então Homig volta à realidade, ainda lendo o diário de seu avô Klaus e a história muda, contanto agora depois da enchente. A menina que começa a contar a história é uma alemoa, ela conta que não conseguia acreditar na igreja, pois não era concreto. Ela não entendia como funcionavam, três pessoas numa só. Falava muito, mas normalmente sozinha, só gostava de seu pai, que vivia viajando, mas quando voltava trazia livros para ela. Ela inventava pessoas nuas, onde passava o dia colocando roupas nelas. ela conta que na missa aos domingos, por causa da ditadura, os padres deviam só falar português, e muitos passavam mal por isso. As mulheres se reuniam para fazer doces para a festa da igreja, e Frau Schmidt era uma delas.
Todos tinham medo dos policiais a paisana, pois um tempo atrás eles haviam ido a um hotel onde o recepcionista dizia não saber falar português. Então todos os policiais entraram no hotel e acabaram com tudo. Um juiz discute com o policial que se encontrava lá, dizendo que não era da noite pro dia que as pessoas aprendiam a falar o português, e que Blumenau era uma ótima cidade, que todos estavam se esforçando. E diz que para que os alemães se nacionalizem precisam de escolas boas que ensinem o português. Ele acaba sendo preso, o policial alega que ele insultou Getúlio Vargas.
Um tenente que ali passava após o atentado, vê no trapiche muitos homens deitados. Percebe que eles estão fingindo-se de mortos e ri muito, pois eles haviam se mijado de tanto medo. Esses homens acabam sendo libertos por serem brasileiros e a mulher do recepcionista alemão, que também é o dono do hotel, vai atrás de uma recepcionista brasileira. Ela contrata Isolina, que era uma brasileira burra, não sabia escrever nem ler. Frau Waber (a mulher do dono), força a menina a falar com os hospedes em português e o Dr. Alfredo Roseiras auxilia ela. Logo mais a história muda para a Frau Kunn contando que lula inaugurou a 1ª escola pública nacional em Itajaí. Ela vê o negro Bude machucado, ele havia apanhado por soldados por não saber falar português. Ela ajuda o negro e cuida dele escondido, até que ele se cura e vai estudar português com o padre da cidade.
Aluna: Jéssica Weizenmann, IA08
sábado, 10 de julho de 2010
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