A história volta para lula, que conta que dona clara estava indignada por cidinha ser a favor da ditadura. Ataliba interrompe a conversa das duas para contar que sua mulher se enforcou, por causa do ciúme que tinha. A história volta a ser contada por Homig, que fala que o Kleid é mais que um guarda-roupa, é uma memória, uma pessoa. Ele conta que a bisavó uma vez o pedira para ir na vende e ele encontra Diva, de 16 anos, sua paixão de adolescente. Ela faz uma piada com o nome da vendedora alemã e a mesma se ofende, não vendendo o que a menina queria. Então Homig tenta ajudar, mas Diva não aceita, falando que ele também é um alemão que não presta. Homig volta para casa decepcionado. Homig não gostava do nazismo, mas acaba sendo forçado a ir para a Alemanha, pede para voltar para casa, mas sua bisavó é contra. Logo ele recebe uma carta de sua bisavó, que dizia que ela já estava caduca, e tinha um recado da sua avó sacramento, dizendo que estava com saudades dele. Homig volta para o Brasil por causa da morte de sua bisavó, e ela é enterrada com a chave do guarda-roupa alemão (Kleid).
Ele se lembra de um dia quando era pequeno e estava ajudando sua bisa a tirar leite de vaca, Fritz (ferreiro e veterinário) os convida a sua casa para beber e depois cuidar dos animais. Homig não gostava muito de adultos, os únicos que gostava era avó sacramento por sua doçura, e Fritz por gostar dos animais.
Homig encontra o diário de Hilda, onde diz que ela não entende o porque não poder se apaixonar e viver livremente. Ele conta que não lembra de sua mãe, pois ela morreu quando ele era pequeno. Seu pai morreu na guerra por Hitler. E ele conta que da enchente de 1911 sua avó sacramento sempre falava, fora a maior enchente de todas que se teve em Blumenau, segundo ela, se não fosse pela bisavó não conseguiriam limpar e restaurar a casa deles.
Homig recebe a notícia que menininha foi para uma casa de mulheres da vida, mas logo se casara com Eurípedes. Ela fugia do marido, engravidando de outros, mas ele sempre acabava cuidando dela. Foi constatado que a menininha tinha problemas mentais.
Lula se casou e teve muitos filhos, continuou a dar aulas de português. Cidinha, dona cara e Dora haviam a muito saído da cidade, e Homig não sabia o que elas andavam fazendo.
A guerra acabou no Brasil. Homig já idoso, sendo o ultimo Ziegel, decide abrir a gaveta do armário. Ele acaba desfalecendo quando vê que era uma carta e tinha o nome de Hilda em uma caixinha de jacarandá. Ele é levado ao médico. O doutor diz a Ralf, primo de Homig, que o caso dele é difícil de curar. Quase sem esperanças que ele viva, Ralf volta para casa levando as coisas de Homig.
Na realidade, Homig não é o ultimo Ziegel, e sim seu primo Ralf. Homig morre no hospital e ele abre a carta deixada por sua bisavó. A carta dizia que a bisavó de Homig e Ralf havia descoberto que Hilda se encontrava com o negro Bude escondido, e que estava grávida dele. Então, ela diz a todos que iria mandar Hilda a Alemanha, mas a mata no caminho, pois não aceitava uma mistura de "raças". Enterra o corpo de Hilda e anos depois vai buscar seus ossos, deixa os ossos na caixinha de jacarandá e essa carta, para que o ultimo Ziegel a enterre para ela.
Aluna: Jéssica Weizenmann
Turma: Ia08
sábado, 10 de julho de 2010
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