A Casa - Pâmela, IA08. 3ª Postagem.
Rosana, Ismael, Leon e Hélio recebem um bilhete que esta escrito o seguinte: "O Alivio para o coração apertado está aqui" e junto do bilhete tinha um endereço. Nenhum deles deu bola para o bilhete, exceto Rosana que no inicio do livro se encontra em frente a casa, mas nao tem coragem de ir até a casa.
O Bilhete ninguem sabe quem entregou, nem como foi parar ali, e só quando a agonia e a angustia apertaram os quatro personagens resolveram ir até a tal casa e descobrir se o que aquele bilhete prometia era realmente verdade. Ao chegar na casa Hélio, Leon, Rosana e Ismael foram recebidos por uma anfitriã, Dona Irene, que servira uma xicara de chá e, enquanto tomavam o chá, notaram que cada cadeira dava de frente para uma porta.
Rosana é a primeira a entrar no comodo escuro, sentou na cadeira que tinha no meio da sala, porem seus olhos começaram a pesar e Rosana "dormiu". Ao abrir os olhos ela reconhece aquele dia, era o dia em que teria um encontro com seu amante e seu marido morreria 1 semana depois de descobrir a traição, porem Rosana teve uma segunda chance e ao inves de trair o marido resolveu sentar e conversar com ele. Os dois se acertaram porem ela não pode evitar a separação e como D. Irene havia avisado que eles não poderiam mudar o que aconteceu, apenas pedir perdão para se sentirem mais aliviados, Rosana deixou seu marido partir, sem mágoas.
Leon foi a segunda a entrar no comodo, as mesmas condições da Rosana: Sala escura, um cadeira no centro, e sem poder mudar o que aconteceu só poderia pedir perdão. Leon tambem adormeceu, mas logo acordou e reconheceu o local onde estava, estava dentro do carro de seu amigo em frente ao cemitério, onde seu pai iria ser enterrado, de longe Leon avistou sua mãe e foi correndo abráça-la, fazia muito tempo que nao se viam. D. Tânia, mãe de Leon, se sentia culpada por nunca ter procurada a filha e foi se explicar para ela, Leon entendeu a mãe e começaram a conversar sobre o pai, ja falescido. D. Tânia não queria falar, mas Leon fez a mãe confessar que o seu pai, alem de expulsar ela de casa, proibiu sua mãe de procurá-la. Leon voltou para o carro, ja se sentia aliviada, porem com saudades pois sabia que não veria mais sua mãe. Aos poucos Leon foi voltando e quando se deu conta estava de novo no cômodo da casa.
Ismael entrou depois de Leon, se encontrou nas mesmas condições que os demais, relaxou na cadeira e de repente ouviu seu pai, ja falescido, chamando seu nome, saindo de baixo do capô do carro, era a mesma cena: a ultima vez que viu seu pai vivo depois de dizer barbaridades para ele. Seu pai começou com o mesmo papo que havia gerado uma enorme discução, mas Ismael se controlou e evitou que a discução se repetisse, e seu pai voltou para a cozinha, nisso Ismael escutou um barulho, era o prego que causou a morte do pai, iria juntá-lo, mas se lembrou do aviso de D. Irene e desistiu. Seu pai apareceu com uma latinha de cerveja e dentro tinha ações, que segundo seu pai, daqui um tempo iria valer muito dinheiro, nisso Ismael se encostou em um banco que tinha na garagem e adormeceu. Acordou novamente no cômodo, ja aliviado.
Hélio foi o ultimo a entrar no comodo, nas mesmas condições que os demais se recostou e dormiu, estava de volta ao hospital onde a filha nascera, olhou pelo vidro da maternidade e viu sua filha que tanto desprezou, mas sabia que aquela era sua chance de se redimir e dar muito amor para sua filha, entrou na maternidade sendo que era proibido e ficou junto a sua filha com a ajuda da enfermeira, sussurrou várias vezes que a amava, tentando recuperar o tempo perdido, mas teve que deixar sua filha e ficar observando-a de longe sentado numa cadeira, porem adormeceu.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
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