sábado, 3 de julho de 2010

O Símbolo Perdido - Alikan Almeida, IA08

Parte 2 - Páginas 11 à 91 - Capítulos 1 à 21.

O livro começa contando como Mal'akh se tornou maçom, descrevendo o ritual do grau 1. Após isso, a história propriamente dita começa com Robert Langdon em um avião para Washington, onde esperava ter um encotro com Peter Solomão no Capitólio, onde daria uma palestra sobre o simbolismo da arquitetura da cidade. Chegando lá, ele teve um grande choque. O Salão Nacional da Armas do Capitólio estava totalmente deserto.

Ao tentar contato com Solomon, um homem misterioso declara que o trouxe lá, com o objetivo de encontrar algo. Logo após, Langdon ouve um grito vindo da Rotunda do Capitólio. Lá encontra-se uma mão decepada; a mão direita de Peter Solomon.

Ao mesmo tempo, Katherine encaminha-se a seu laboratório; localizava-se exatamente no centro de um grande galpão - o Galpão 5 - no Instituto Smithsonian. O caminho para o laboratório era totalmente escuro, podendo ser localizado apenas por uma estreita faixa de carpê que seguia em linha reta da entrada do galpão até o laboratório.

Langdon descobriu que haviam tatuado símbolos nos dedos da mão de Solomão. "A Mão dos Mistérios". Era um antigo símbolo que significava um convite. Ao mesmo tempo, Mal'akh afastava-se rapidamente do Capitólio com um objetivo: ir atrás de Katherine e de sua pesquisa.

Nisso, Inoue Sato, chefe do Escritório de Segurança da CIA alega que está acontecendo ua grande crise e que Langdon tem informações que podem solucioná-la; Langdon não faz a menor idéia do que ela se referia. Nisso, Katherine pede que sua assistente, Trish, programa um "spider" que localize algumas expressões. Robert Langdon e Sato discutem sobre as lendas de Washington, sendo que Sato discorda da veracidade de qualquer uma. Langdon encerra a discussão esclarecendo o significado da palavra "Apoteose" (transformação divina, tornar-se Deus), já que o indicador da mão de Solomão estava apontado diretamente para o teto: para a "Apoteose de Washington", o maior afresco presente no edifício.

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