sábado, 10 de julho de 2010

O Guarda Roupa Alemão - 2ª postagem

Klaus e Sacramento tem sua primeira noite juntos no pasto, no meio da chuva. Ao chegarem em casa brigam com Herna, que estava como responsável da casa enquanto a bisavó Ethel (mãe de Klaus) estava viajando. Hilda também se aventura pela cidade, e Klaus discute com Herna porque Hilda e ele são livres e jovens, mas não crianças. Homig conta que está lendo o diário do avô Klaus, e lendo sobre a primeira noite deles depois da espera do avô pelo "rio vermelho".
Logo começa a se contar a história de uma professora pública, uma moça de Itajaí, que foi dar aulas em Blumenau, cidade totalmente alemã na época. Morava com Clara, Cidinha e Dora. Ela não gostava de dar aulas ali, pois ninguém entedia português e ela mal e mal falava alemão. Ela chorava de saudade de seus irmãos Nilo, Sérgio e David e de sua avó Pacífica. Dora sua prima, suspirava de saudades do namorado que ficou em Itajaí, Cidinha no auge dos seus 16 anos era muito alegre e sua tia Dora era um anjo para ela. Chega certa noite na casa das moças se Seca, com um recado de dona Tita pedindo para que elas ficassem com a filha dela e do seu Tibúrcio, que estava sendo operado por causa de uma hérnia. A menininha era nova e muito protegida pelos pais, não saia nunca, estudava em casa. Ela foi adotada pois o casal não tinha filhos. A menininha foi dormir no sótão, longe das primas. A professora abre a janela no meio da noite após ouvir uma serenata, acha que vê alguma coisa branca caindo do telhado, mas tem a impressão de ser um pássaro. No dia seguinte a menininha e a tia Clara vão para o hospital.
A professora conta a história de um de seus irmãos, David, que era apaixonado por nina, uma moça que era declarada como louca. Certo dia nina resolve sair numa tempestade a rezar, e ele acompanha ela para ela não se machucar nem nada, ele volta com ela nos braços, ela sem gripe nem nada, e ele com pneumonia. Avô constantino, marido de avó Pacífica, era um homem metido na política, acabou-se em dívidas e avó Pacífica teve que vender algumas terras que antigamente pertenciam a seu pai para poder pagar as dívidas. Ela ficou só quando seu marido morreu de úlcera no estômago. Tinha sua mãe para ajudar, seus filhos e netos. Dona Lula, que era a professora, acorda dos seus devaneios e vai atender a porta, era Zeca trazendo uma carta de Ataliba, queria mostrá-la para tia Clara, mas acabou dando-a para Lula, a carta era na realidade destinada a menininha. Ataliba é casado e tem até filhos, mas está interessado na menininha. No outro dia Lula acordou cedo, estava indignada com a carta comprometedora que Ataliba enviou a menininha, não acreditando que ela desse bola para um homem que poderia ser seu pai. Cidinha diz que tem coisa para contar a Lula, mas acaba não falando pois tia Clara entra na cozinha.
Elas vão para a igreja para poderem conversar e cidinha conta a lula que ao voltar de uma festa viu seu Ataliba agarrado com a menininha e lula mostra a carta que ele mandou para a menininha, que dizia que ele queria afogá-la em beijos. Lula decide contar a sua tia as atitudes de menininha.
A chuva começa forte e lula fica presa na capela. Com pena de sua tia, ela vai correndo para casa, onde encontra todos os seus vizinhos lá. Era a maior enchente da história. Eles decidem ir para o morro das freiras, um local alto onde a enchente não os pegaria.
Menininha reluta ao entrar no pequeno barco que os levaria até o morro, pois não se acha digna de tal coisa e eles ameaçam deixá-la para trás. Ela cai na água e ao chegar lá no morro tem um ataque de riso, que nada mais é que um ataque histérico.

Aluna: Jéssica Weizenmann, IA08

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