quarta-feira, 7 de julho de 2010

O Vampiro de Sussex [continuação] - Gilvane Rocha Jr. IA08

... e Watson o achou bastante mudado. Foram logo ao assunto, Holmes o fez algumas perguntas, sobre o filho mais velho, após o interrogatório, decidiram que e iriam todos para Sussex a casa de Fergunson. Chegando na casa Holmes notou que ela era uma construção enorme e irregular, havia uma sala central muito espaçosa aonde Ferguson os conduziu.
Holmes notou na parede da sala uma bela coleção de armas e utensílios sul-americanos, que sem duvida tinham sido trazidos pela mulher de Fergunson do Perú, Holmes ergueu-se e com curiosidade e pôs-se a examinalos com certo cuidado. Viu também um cãozinho que estava deitado num cesto ao canto, que caminhava com dificuldade, suas pernas traseiras moviam-se irregularmente e o rabo arrastava-se pelo chão. Pediu a Fergunson o que o cãozinho tinha, este respondeu que o veterinário ficou perplexo, e que era uma espécie de paralisia.
Holmes fez algumas perguntas sobre o cãozinho a Fergunson e teve a confirmação do que já pensava então Fergunson disse que queria saber o que estava se passando e que não agüentava mais o sofrimento, Holmes o disse que o caso tinha sido encerrado naquele momento e que temia que Fergunson iria sofrer com o resultado. Watson foi ao quarto de Mary e conversou com ela verificando seu estado febril. Enquanto isso Holmes Conversou com todos da casa. Conheceu Jack, os empregados, observou fisionomias com a peculiaridade que era sua marca característica e formulou seu diagnóstico do caso. Pediu que Waltson retornasse ao quarto de Mary e lhe desse um bilhete, onde dizia saber de tudo o que acontecera...

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