sexta-feira, 9 de julho de 2010

Quintana de bolso- Caroline V. da Silva

Mario Quintana com sua capacidade exclusiva de utilizar metáforas totalmente reais. Fazendo-nos perceber o quão grande é o poeta, mostra uma vida que poucos conhecemos: o que escrever, no caso, qualquer coisa! Na primeira parte (Rua dos Cataventos) o poeta fala de toda a vida que corre na rua, as casas, as crianças, os idosos, as paisagens, etc. as vezes trata a rua como pessoa, as vezes fala do vento como animal. Fala de profissões e ações, das tristezas e felicidades das ocasiões. Retrata a Luz como mensageira dos sonhos e das lembranças. As vezes, na ruazinha, todo o encanto se desmancha e tudo se desfaz. E mais alguém é feito assombração e morreu igual a tantos outros.

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