terça-feira, 6 de julho de 2010

O Futuro da Humanidade - Kauana AAB08

Jô essa é a parte 3 ok? Até sexta eu posto a última parte do livro.


PARTE 3


Marco Pólo começou a fazer sua residência em um hospital psiquiátrico chamado Hospital Atlântico. O hospital era de renome nacional, por fora apresentava ser um ambiente agradável, mas assim que Marco entrou percebeu que lá era sombrio, os paciente eram depressivos e acreditem que eram doentes e não que estavam doentes. Os psiquiatras e enfermeiros eram mal-humorados, pouco comunicativos. Os jardins eram abandonados, sem vida. Os pacientes estavam ali a custo de remédios, ninguém os tentava entender, descobrir sua história.

Assim que chegou Marco Pólo fez história, quis romper as barreiras, paciente que eram extremamente reclusos e já estava há muito tempo lá, por isso considerados casos perdidos, o estudante de medicina já formado os fezeles mudarem. Quis saber suas histórias, o motivo de estarem ali e o que dava forças a eles. Suas atitudes não eram muito aprovadas pela diretoria. No momento em que Marco abraçou e beijou uma árvore e os pacientes o imitaram, Dora – a enfermeira chefe – contatou ao diretor, que chamou o jovem a sua sala. Colocou-o contra a parede, ele estava com os dias contatos no hospital se não mantesse a ordem no hospital. Não a perturbasse, porque desde que havia chegado tudo ali era uma bagunça.

Até que chegou o dia em que Marco descobriu que uma das pacientes era uma ex dançarina famosa, pegou o som, comprou cd’s e mandou instalar os sons no pátio. Convidou a paciente para dançar e todos se divertiram. Marco mostrou a Dora e ao Diretor que era possível felicidade e respeito naquele recinto. O hospital deixou de ser tão frio, os jardins eram cuidados agora, os médicos e pacientes mais alegres. Logo todos seguiam seus caminhos para fora do hospital, até Marco o seguiu.


Por ser convidado a dar várias palestras para alunos de psicologia, apresentou-lhes de forma magnífica a bela ciência que envolve nossa máquina, nosso cérebro. Não apenas psicólogos assistiam as palestras. Engenheiros, médicos de outras áreas, passavam e viam a platéia entusiasmada com as palavras de Marco, e se sentavam nos lugares vagos ou mesmo no chão e assistiam abismados à bela palestra.

Para Marco uma aluna o intrigou. O nome dela era Anne. Foi a único que não o aplaudiu, não que isso importasse para Marco, mas Anne tinha um rosto triste, parecia ter passado por várias coisas e isso afetava seu psicológico. Percebeu que ela recorreu à faculdade de psicologia, para se livrar de sua mente, para poder entender a dos outros e deixar a sua de lado.

Marco procurava a menina sempre que podia esta sempre que o via fugia, o ignorava ou simplesmente falava poucas palavras e corria.

Em um congresso que teve, convidou os alunos de psicologia para ir, apenas ao chegar ao evento reparou o erro que havia cometido. Era patrocinado por indústrias farmacêuticas e o palestrante era um dos mais renomados psiquiátrico e que acreditava apenas nos remédios. Após dar sua palestra e falar que a psicoterapêutica não importava, que tudo podia ser administrado com remédios, os alunos ficaram apreensivos e Marco angustiado. Assim que o debate foi aberto ao público, Marco tomou o microfone. Pegou o grande psiquiatra nos seus próprios argumentos, praticamente o humilhou perante todos. Mostraram ali que a terapia era sim necessária, os remédios não podiam substituir o poder da conversa, o poder do entendimento.

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