O livro Assassinato no Expresso do Oriente é uma obra de Agatha Christie, lançada no ano de 1986. O livro é composto por vários capítulos pequenos, onde contem bastante dialogo tornando a leitura mais fácil e menos cansativa. A história é inteligente e pode se considerar um grande quebra cabeças, que no decorrer do livro as peças vão se encaixado até que chegue a um veredito.
Este quebra cabeças começa em uma viajem no luxuoso trem expresso oriente surpreendentemente lotado para aquela época do ano, em uma parte da viajem fica detido nos trilhos por conseqüência de uma tempestade de neve, logo que o trem para se tem a noticia de que um homem foi assassinado, este homem era um criminoso que participou do famoso caso Armstrong , caso este que envolvia o rapto e morte de uma criança, por conseqüência levou a morte da mãe e ao suicídio do pai, ambos pelo desgosto de ter perdido a filha daquela maneira. O homem foi encontrado morto em sua cabine, morreu com doze facadas pelo corpo, o detalhe que chamou atenção foi que a porta de sua cabine estava trancada por dentro. Ficou evidente que o criminoso que esfaqueou o homem só pode estar entre os passageiros. O detetive Hercule Poirot, um dos passageiros do trem, é chamado para achar o assassino e por fim acabar com o mistério, chegando ao local fica perplexo diante das abundantes pistas, mas estas pistas levavam o detetive a conclusões contraditórias e improváveis. Um crime fantástico que desafiará seus conhecimentos dedutivos. O detetive não estava sozinho na investigação, podia contar com a ajuda de seu velho conhecido M. Bouc, diretor da C. I. dês Wagons Lits, e com a ajuda do médico Dr. Constantine. Eram os únicos além do próprio Poirot, que estavam completamente acima das suspeitas.
Os três homens não têm muito tempo para encontrar uma solução, é preciso esclarecer o mistério e achar o assassino antes que as autoridades cheguem ao trem que está parado em meio à neve, pois eles transformariam este ocorrido em notícia desfavorável à reputação da companhia do trem. O detetive Hercule Poirot é pressionado para agir rápido, então começam os interrogatórios e em cada depoimento dado o crime fica mais complicado. Muitas pistas, mas que apontam direções opostas, várias evidências contraditórias, afirmações que incriminam, mas em seguida inocentam os suspeitos. Todos, e cada um, são protegidos e inocentados pelos álibis fornecidos pelas pessoas que aparentemente não teriam motivos para mentir, pois são completos desconhecidos entre si, sem nenhuma ligação, que foram reunidos naquele trem por um acaso. Mais astuto do que nunca, o detetive começa a formar uma possível explicação para o caso, tão fantástica como o próprio crime. O detetive Hercule Poirot acaba por descobrir que todos os passageiros do trem estão ligados de alguma forma à família Armstrong, as várias facadas que levaram o homem a morte demonstrou a antipatia que todos tinham para com o homem. A explicação para o mistério é dada. O detetive conclui que todos são culpados, pensam que não é possível, porem é a única alternativa, a única possibilidade para encaixar todas as peças deste quebra-cabeça. Logo, é a verdade.
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